<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463</id><updated>2011-12-29T05:21:39.378-08:00</updated><title type='text'>ABELHA JANDAÍRA</title><subtitle type='html'>Abelha Jandaíra, Meliponicultura e Ambientalismo.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>34</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-6245891575266359151</id><published>2010-03-05T14:46:00.001-08:00</published><updated>2010-03-05T14:59:19.139-08:00</updated><title type='text'>Povo Alado</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/S5GKJjKAlfI/AAAAAAAAAPA/j_4nG2o52ek/s1600-h/niver+igor+061.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5445285321128318450" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/S5GKJjKAlfI/AAAAAAAAAPA/j_4nG2o52ek/s320/niver+igor+061.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Hoje eu estava refletindo o porquê do fascínio que o mundo das abelhas provoca em algumas pessoas, ao ponto de passarmos, como eu passei, um bom tempo com abelhas, mel, flores, etc. na mente; ficarmos sonhando acordados com aquelas pequenas criaturas em seus lares.&lt;br /&gt;Talvez seja o fato de que, diferente do nosso mundo, ou do meio, ou meios sociais desenvolvidos pelos homens no decorrer de sua história, acabamos por vislumbrar nesse pequeno mundo algo próximo do que poderíamos considerar como ideal em termos de sociedade.&lt;br /&gt;Parece que cada membro da colônia tem a sua atividade própria e isso é feito sem conflitos, sem tumultos. Simplesmente todos vivem tendo como princípio que devem estar à mercê da colônia, do desenvolvimento da colônia, da perpetuação da colônia.&lt;br /&gt;Então temos um pequeno mundo organizado, seguindo um padrão de conduta onde a máxima é servir aos próximos, à geração que irá perpetuar a colônia. E daí a lição de que no mundo pode sim, seres vivos viverem para os outros, sem egoísmo. Esse ideal as abelhas alcançaram.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-6245891575266359151?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/6245891575266359151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=6245891575266359151' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/6245891575266359151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/6245891575266359151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2010/03/povo-alado.html' title='Povo Alado'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/S5GKJjKAlfI/AAAAAAAAAPA/j_4nG2o52ek/s72-c/niver+igor+061.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-57363950728729415</id><published>2010-01-24T06:55:00.000-08:00</published><updated>2010-03-01T18:06:59.636-08:00</updated><title type='text'>O Poder das Plantas</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/S1xn6N5EAeI/AAAAAAAAAO4/ausCuaeAayA/s1600-h/parque+co%C2%B4co+009.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5430329500561048034" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/S1xn6N5EAeI/AAAAAAAAAO4/ausCuaeAayA/s320/parque+co%C2%B4co+009.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Falar de plantas, ler sobre plantas, "visualizar" plantas, estudar plantas, se torna quase que um caminho natural para quem trilha ou toma contato com o incrível mundo das abelhas. E sabemos que as plantas estão na cadeia alimentar dos seres vivos como elemento principal, e nós, seres humanos, temos as plantas seja como os principais fornecedores dos nutrientes necessários à manutenção de nossa estrutura corpórea, seja como fonte de manutenção da estrutura corporal de outros seres vivos responsáveis pela nossa cadeia alimentar/nutricional.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 239px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5430324818584450546" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/S1xjpsK2tfI/AAAAAAAAAOw/Y1rVif34y-U/s320/fotos+arquivo+antes+da+viagem+rio+008.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Mas, além de fornecerem os alimentários básicos de toda uma cadeia alimentar, há muito se vem constatando que as plantas podem fornecer algo além do que a manutenção corpórea dos seres vivos que delas dependem. As plantas, ou determinadas plantas têm o poder, através de seus princípios ativos, de fazer com que a estrutura biológica dos seres vivos funcionem da melhor maneira possível, seja evitando desgastes, seja colocando os seus princípios ativos como coadjuvantes no funcionamento biológico dos seres vivos.&lt;/div&gt;Várias são as pesquisas nesse sentido, e muitas se baseando no que secularmente, ou milenarmente os povos de todos os continentes conseguiram graças à observação dos efeitos das plantas e seus derivados no organismo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E para quem quer ter mais informações sobre plantas e seus efeitos, tem esse blog muito bom, que dá dicas de como utilizarmos plantas visando o bem-estar corporal: &lt;a href="http://curapelanatureza.blogspot.com/2008/03/receita-de-babosa-contra-o-cncer.html"&gt;http://curapelanatureza.blogspot.com/2008/03/receita-de-babosa-contra-o-cncer.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5430321361473958866" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/S1xggdbe89I/AAAAAAAAAOY/xM_9B9Oyr38/s320/fotos+arquivo+antes+da+viagem+rio+039.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As abelhas se nutrem, e nutrem as suas colônias a partir do néctar extraído das flores das plantas, e nesse néctar está contido, também, os princípios ativos dessa mesma planta, que também se encontram em outros componentes das plantas, como frutos, seiva, folhas, etc.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É de se pensar como o mel das abelhas sem-ferrão, ou indígenas, ou melíponas, é rico desses princípios ativos, haja vista que as abelhas sem-ferrão, segundo criadores e pesquisadores, não são seletivas como as abelhas européias, ou a africanizada que aqui se aclimatizou, pois essas abelhas com ferrão só "visitam" determinadas floradas, não são como as "sem ferrão", ou indígenas, que não dispensam flores, pois as sem ferrão visitam todas as flores que se acham em seu raio de ação, sem o caráter de seletividade notado nas apis (abelhas com ferrão). Daí que é fácil constatar o poder medicinal de tais méis.&lt;/div&gt;Então temos uma ótima razão para valorizarmos não somente determinadas plantas que se acham úteis para a nossa saúde, ou a manutenção da mesma, como não há como não valorizar o mel fabricado pelas abelhas indígenas, ou sem ferrão, pois esses méis são "fabricados" a partir da colheita de vários tipos de néctar, das mais variadas flores e plantas, tornando, assim, um ótimo meio de colocarmos em nosso organismo nutrientes os mais variados e que atuam de alguma maneira na prevenção ou tratamento de males que acometem os seres humanos em algum momento de suas vidas.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-57363950728729415?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/57363950728729415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=57363950728729415' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/57363950728729415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/57363950728729415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2010/01/o-poder-das-plantas.html' title='O Poder das Plantas'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/S1xn6N5EAeI/AAAAAAAAAO4/ausCuaeAayA/s72-c/parque+co%C2%B4co+009.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-4452350645066316297</id><published>2010-01-03T13:45:00.000-08:00</published><updated>2010-01-03T13:55:10.832-08:00</updated><title type='text'>Onde Estão as Abelhas II</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/S0EQwb6OsEI/AAAAAAAAAOQ/OlMH43rhQXQ/s1600-h/celular+papi=+remanso+reveilon+017.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5422633850642542658" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/S0EQwb6OsEI/AAAAAAAAAOQ/OlMH43rhQXQ/s320/celular+papi%3D+remanso+reveilon+017.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/S0EQk9NV7AI/AAAAAAAAAOI/8i-zSEGhHIc/s1600-h/celular+papi=+remanso+reveilon+022.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5422633653422648322" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/S0EQk9NV7AI/AAAAAAAAAOI/8i-zSEGhHIc/s320/celular+papi%3D+remanso+reveilon+022.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/S0EQYKuzSXI/AAAAAAAAAOA/Wo-FfTRMXdY/s1600-h/celular+papi=+remanso+reveilon+015.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5422633433714346354" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/S0EQYKuzSXI/AAAAAAAAAOA/Wo-FfTRMXdY/s320/celular+papi%3D+remanso+reveilon+015.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/S0EQQZtFASI/AAAAAAAAAN4/m10EPZwU0Po/s1600-h/celular+papi=+remanso+reveilon+016.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5422633300294697250" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/S0EQQZtFASI/AAAAAAAAAN4/m10EPZwU0Po/s320/celular+papi%3D+remanso+reveilon+016.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quase dois anos depois de postar a foto desta colônia, como pode-se observar em uma postagem anterior, de dois anos atrás, a colônia, enfim, deu razão, infelizmente, ao título do post. Estaria eu, àquele tempo, profetizando o futuro desta colônia? O certo é que o mal foi feito. Não sei se por algum meliponicultor, que a tenha transferido para uma caixa definitiva, longe dos predadores... Mas pelo aspecto da "extração" da colônia, haja vista que o tronco ficou com uma fenda que o atravessa para o outro lado, tudo indica que algum "meleiro" fez um extrativismo de consumiu o mel das abelhas no local, e "detonou" essa bela colônia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-4452350645066316297?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/4452350645066316297/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=4452350645066316297' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/4452350645066316297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/4452350645066316297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2010/01/onde-estao-as-abelhas-ii.html' title='Onde Estão as Abelhas II'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/S0EQwb6OsEI/AAAAAAAAAOQ/OlMH43rhQXQ/s72-c/celular+papi%3D+remanso+reveilon+017.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-7477512341091342300</id><published>2010-01-03T13:38:00.000-08:00</published><updated>2010-01-03T13:45:03.608-08:00</updated><title type='text'>Colônia Perdida na Mata II</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/S0EPRUCZQ5I/AAAAAAAAANw/dHu7Jl7KqOY/s1600-h/celular+papi=+remanso+reveilon+012.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5422632216441734034" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/S0EPRUCZQ5I/AAAAAAAAANw/dHu7Jl7KqOY/s320/celular+papi%3D+remanso+reveilon+012.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/S0EPHVIKlzI/AAAAAAAAANo/Z6HXzDK7Bo0/s1600-h/celular+papi=+remanso+reveilon+009.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5422632044935681842" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/S0EPHVIKlzI/AAAAAAAAANo/Z6HXzDK7Bo0/s320/celular+papi%3D+remanso+reveilon+009.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/S0EO4ssGsTI/AAAAAAAAANg/MM9b97awU2g/s1600-h/celular+papi=+remanso+reveilon+007.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5422631793562399026" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/S0EO4ssGsTI/AAAAAAAAANg/MM9b97awU2g/s320/celular+papi%3D+remanso+reveilon+007.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A boa notícia. Quase dois anos depois de visualizada essa colônia perdida na mata, a mesma continuava firme e forte, talvez mesmo por estar localizada em um local de diícil acesso, ou melhor dizendo, perdida na mata. Continua essa colônia, geração após geração, a manter-se e seguir a sua função biológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-7477512341091342300?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/7477512341091342300/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=7477512341091342300' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/7477512341091342300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/7477512341091342300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2010/01/colonia-perdida-na-mata-ii.html' title='Colônia Perdida na Mata II'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/S0EPRUCZQ5I/AAAAAAAAANw/dHu7Jl7KqOY/s72-c/celular+papi%3D+remanso+reveilon+012.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-6104770471536746579</id><published>2009-12-18T16:01:00.001-08:00</published><updated>2009-12-18T16:14:59.914-08:00</updated><title type='text'>A Sentinela</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SywYmtr0CAI/AAAAAAAAANQ/RYq0MUkhxp8/s1600-h/Sunday+in+park+coc%C3%B3+e+iguatemi+006.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416731505197320194" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SywYmtr0CAI/AAAAAAAAANQ/RYq0MUkhxp8/s320/Sunday+in+park+coc%C3%B3+e+iguatemi+006.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A sentinela é o "vigia" que fica na entrada das colônias das meliponas, ou abelhas sem-ferrão, e a função dessa abelha na entrada dos ninhos seria de regular a entrada ou não deixá-la tão exposta ao meio externo; ou talvez sirva como um "guia" de localização às abelhas campeiras que chegam da "colheita" no campo. Mas o mais intrigante é a escolha de uma abelha da colônia para fazer essa importante função, pois numa divisão de colônias, sempre as duas acabam, ao final do processo, tendo suas próprias sentinelas.&lt;br /&gt;Vídeo demonstrativo: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=qUKFNhs28cw"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=qUKFNhs28cw&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-6104770471536746579?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/6104770471536746579/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=6104770471536746579' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/6104770471536746579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/6104770471536746579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2009/12/sentinela.html' title='A Sentinela'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SywYmtr0CAI/AAAAAAAAANQ/RYq0MUkhxp8/s72-c/Sunday+in+park+coc%C3%B3+e+iguatemi+006.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-3030444446132697640</id><published>2009-11-29T05:20:00.000-08:00</published><updated>2009-11-29T05:40:09.196-08:00</updated><title type='text'>Discos de cria via Sedex?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SxJ2Dt4p7wI/AAAAAAAAANI/9Q4Yq1ksE_A/s1600/fotos+arquivo+antes+da+viagem+rio+130.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5409515908654296834" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SxJ2Dt4p7wI/AAAAAAAAANI/9Q4Yq1ksE_A/s320/fotos+arquivo+antes+da+viagem+rio+130.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;É possível o transporte de discos de cria via Sedex (Correios) como forma dos criadores evitarem a terrível consaguinidade ocasionada por meliponários com menos de 44 colônias, ou como forma de chegar nesse ótimo número de colônias através das divisões das mesmas? Sim, e ganha-se assim em velocidade na ação, pois o serviço mostra-se ágil, levando até dois dias para efetuar a entrega, o que permite um tempo hábil para que acha a utilização dos discos em uma divisão, mesmo sendo os discos "maduros" ou com crias prestes a eclodir.&lt;br /&gt;Os cuidados no transporte se resumem em colocar os discos em uma pequena caixa de isopor, onde no seu interior "forramos" os discos com algum papel mais macio. Essa caixa de isopor deve ser furada com um palito de dente a fim de permitir a circulação do ar no interior da mesma.&lt;br /&gt;Acomoda-se essa pequena caixa de isopor dentro de uma caixa de papelão maior e entre as duas "forramos" novamente com jornais amassados, como acontece no transporte de mercadorias frágeis. E fura-se também essa caixa de papelão com um palito de dente.&lt;br /&gt;Não deve-se colocar alimento no interior da caixa, tipo cândi, pois pode atrais insetos, notadamente formigas, sendo assim um perigo aos discos de cria.&lt;br /&gt;No mais é aproveitarmos essa possibilidade que temos de haver essa condição de renovação de material genético nas criações, permitindo que a criação se perpetue sem riscos de extinção&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-3030444446132697640?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/3030444446132697640/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=3030444446132697640' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/3030444446132697640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/3030444446132697640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2009/11/discos-de-cria-via-sedex.html' title='Discos de cria via Sedex?'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SxJ2Dt4p7wI/AAAAAAAAANI/9Q4Yq1ksE_A/s72-c/fotos+arquivo+antes+da+viagem+rio+130.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-5637052386564082383</id><published>2009-09-13T08:09:00.000-07:00</published><updated>2009-09-13T08:22:53.116-07:00</updated><title type='text'>Caixa Muito Rústica</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/Sq0MhlPRGaI/AAAAAAAAAM4/IPh2mH8w75k/s1600-h/passeio+rio+de+janeiro+2009+184.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5380970900848974242" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/Sq0MhlPRGaI/AAAAAAAAAM4/IPh2mH8w75k/s320/passeio+rio+de+janeiro+2009+184.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Essa caixa observada é um ótimo exemplo que colônias de abelhas sem-ferrão em todas as regiões do Brasil são acondicionadas sob as mais variadas condições, que vão de caixas rústicas, cabaças (fruto de um tipo de curcubitácea), troncos etc., até caixas racionais. Podemos notar que caixas rústicas, sem pintura externa, com grandes frestas, feitas com madeira não-nobre, além de dificultar o acesso à colheita do mel, têm a vida útil dimuída, além de aumentar o serviço interno das obreiras com a tarefa de fechar as grandes frestas de tais caixas. Como também facilitam o ataque dos predadores e parasitas naturais das colônias. &lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-5637052386564082383?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/5637052386564082383/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=5637052386564082383' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/5637052386564082383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/5637052386564082383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2009/09/caixa-muito-rustica.html' title='Caixa Muito Rústica'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/Sq0MhlPRGaI/AAAAAAAAAM4/IPh2mH8w75k/s72-c/passeio+rio+de+janeiro+2009+184.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-1181390978691402225</id><published>2009-08-21T18:24:00.000-07:00</published><updated>2009-08-21T18:53:10.764-07:00</updated><title type='text'>As abelhas e Deus</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/So9LFT1TrZI/AAAAAAAAAMw/8ZI8Cp7jgoc/s1600-h/carnaval+2008+006.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5372595435071581586" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/So9LFT1TrZI/AAAAAAAAAMw/8ZI8Cp7jgoc/s320/carnaval+2008+006.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A foto é de uma igreja na Serra de Ibiapaba-Ce. E esta postagem no blog tem a ver com a constatação de que o meu interesse pelas abelhas - que já foi muito maior há dez anos -, sempre esteve relacionado a acontecimentos considerados transcendentes, ou esteve muito relacionado com algum tipo de espiritualidade que só viria aflorar mais tarde... Mas constatei na época que o livro, ou o único livro totalmente voltado para a jandaíra, e que seria uma espécie de tesouro descoberto pelo futuro criador iniciante, era de autoria de um Monsenhor de Mossoró... Que a primeira vez que me vi defronte a um meliponário de verdade - e não através dos livros e vídeos -, foi em um mosteiro jesuíta ao qual estava passando um feriado com a família... Como também o cortiço que adquiri por último com o fito de evitar a consanguinidade na criação, era proveniente, segundo me informou quem o trouxe, de uma criação de um pastor evangélico que tinha os cortiços colocados no sótão de sua igreja, e através dos mesmos, ou com a venda dos mesmos ganhava uma grana extra para o seu sustento... Então Deus esteve muito relacionado, por esse tempo, com o meu começo e entusiasmo com as abelhas. Entusiasmo que espero um dia retomar, porque podemos aprender muito com a observação da natureza, de como os animais vivem sem grandes sobressaltos, a sua condição biológica. Então poderia relatar outros acontecimentos extraordinários que poderiam ganhar ares místicos se os colocasse à baila, mas esses fatos mereciam ser registrados neste blog, como forma de lembrança agradável.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-1181390978691402225?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/1181390978691402225/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=1181390978691402225' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/1181390978691402225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/1181390978691402225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2009/08/as-abelhas-e-deus.html' title='As abelhas e Deus'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/So9LFT1TrZI/AAAAAAAAAMw/8ZI8Cp7jgoc/s72-c/carnaval+2008+006.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-4970251030914394820</id><published>2009-07-23T17:52:00.000-07:00</published><updated>2009-07-23T18:08:42.761-07:00</updated><title type='text'>Perigo à Vista?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SmkILpmlEKI/AAAAAAAAAMg/ovdOnG12zt0/s1600-h/Passeio+Natal+2009+080.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5361825827600535714" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SmkILpmlEKI/AAAAAAAAAMg/ovdOnG12zt0/s320/Passeio+Natal+2009+080.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Apareceu por essas bandas um grupo de saguis, também conhecidos no Nordeste como "Soins", e apesar do meliponário se localizar em um meio urbano, mesmo que numa área limítrofe da cidade, me surpreendeu esta presença desses pequenos animais "andando" pelos muros e telhados das residências, e me veio à mente a possibilidade dos mesmos serem, também, predadores de abelhas sem-ferrão como as jandaíras, principalmente as acondicionadas em caixas e ao alcance da curiosidade primata de tais animais. Só o tempo e a observação haverão de nos responder a essa dúvida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-4970251030914394820?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/4970251030914394820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=4970251030914394820' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/4970251030914394820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/4970251030914394820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2009/07/perigo-vista.html' title='Perigo à Vista?'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SmkILpmlEKI/AAAAAAAAAMg/ovdOnG12zt0/s72-c/Passeio+Natal+2009+080.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-4564547728873876210</id><published>2009-05-02T13:13:00.000-07:00</published><updated>2009-08-06T06:43:23.371-07:00</updated><title type='text'>A "Bíblia" dos Meliponicultores Brasileiros</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SfypzmC8vCI/AAAAAAAAAMQ/fOFBcDEE3eE/s1600-h/lipnn.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 164px; DISPLAY: block; HEIGHT: 236px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331322762751163426" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SfypzmC8vCI/AAAAAAAAAMQ/fOFBcDEE3eE/s320/lipnn.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Este livro do Prof. Paulo Nogueira Neto é considerado o precursor da meliponicultura no Brasil, pois trouxe, de modo científico, as técnicas já implantadas - à época - na apicultura, tornando a meliponicultura uma criação mais racional. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quem puder ter a oportunidade de ler este livro se deparará com um tesouro literário, já considerado raro, pois várias edições foram lançadas e encontram-se esgotadas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Numa pesquisa no Google encontrei este endereço que fornece o livro em sua íntegra, só não sei até quando estará disponível: &lt;a href="http://eco.ib.usp.br/beelab/pdfs/livro_pnn.pdf"&gt;http://eco.ib.usp.br/beelab/pdfs/livro_pnn.pdf&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-4564547728873876210?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/4564547728873876210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=4564547728873876210' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/4564547728873876210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/4564547728873876210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2009/05/biblia-dos-meliponicultores-brasileiros.html' title='A &quot;Bíblia&quot; dos Meliponicultores Brasileiros'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SfypzmC8vCI/AAAAAAAAAMQ/fOFBcDEE3eE/s72-c/lipnn.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-7240886853348442021</id><published>2009-01-31T11:59:00.000-08:00</published><updated>2009-01-31T12:13:14.251-08:00</updated><title type='text'>Outro Meliponário</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SYSv4Gqi0lI/AAAAAAAAAMA/CeMXhOST0JQ/s1600-h/passeio+rio+de+janeiro+2009+182.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5297552440091136594" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SYSv4Gqi0lI/AAAAAAAAAMA/CeMXhOST0JQ/s320/passeio+rio+de+janeiro+2009+182.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Meliponário observado em Nova Friburgo-RJ, em que há uma maior separação das caixas. Isso devido às duas espécies colocadas nos cavaletes, pois trata-se da Mandaçaia e da famosa Jataí, ambas, principalmente a Mandaçaia, mais encontradas no Sudeste do país, na Mata Atlântica, e por ser a Jataí das família das trigonas (torçe-cabelos), temos a razão desta separação entre as caixas. Um meliponário feito com materiais da região.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-7240886853348442021?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/7240886853348442021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=7240886853348442021' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/7240886853348442021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/7240886853348442021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2009/01/outro-meliponario.html' title='Outro Meliponário'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SYSv4Gqi0lI/AAAAAAAAAMA/CeMXhOST0JQ/s72-c/passeio+rio+de+janeiro+2009+182.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-8871281673191437357</id><published>2008-10-04T08:31:00.000-07:00</published><updated>2008-10-04T08:48:02.564-07:00</updated><title type='text'>Meliponário Rústico</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SOeNHXM94bI/AAAAAAAAALs/_ouQU3HF25E/s1600-h/Sunday+in+park+coc%C3%B3+e+iguatemi+021.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5253322647977976242" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SOeNHXM94bI/AAAAAAAAALs/_ouQU3HF25E/s320/Sunday+in+park+coc%C3%B3+e+iguatemi+021.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nesta imagem temos um meliponário rústico, e meliponários podem ser feitos com os mais variados materiais disponíveis, contanto que permitam uma estabilidade no local em que os mesmos se encontram; e também fiquem embaixo de algum local com sombra, de preferência árvores que, mesmo frutíferas, os frutos sejam de pequeno porte, para que não venham a danificar a estrutura do meliponário, que pode sofrer avarias, principalmente em sua cobertura.&lt;br /&gt;A disposição das caixas deve ser feita de modo que haja um aproveitamento no espaço do terreno. Mas não deixando de manter um pequeno espaço que seja, entre as caixas, ou colônias de abelhas. Fator indispensável, principalmente quando forem feitas as duplicações de caixas.&lt;br /&gt;Casas com quintais de médio porte podem servir de local para a instalação de meliponários, mas é importante que próximo à residência exista alguma área arborizada.&lt;br /&gt;Muitos criadores dizem, com razão, que residências mais localizadas nas periferias das cidades são ideais, não somente devido à maior disponibilidade de campo de extração de néctar, mas, sobretudo, ficam menos vulneráveis às pulverizações de inseticidas no combate à dengue nos grandes centros urbanos, ações essas que conseguem danificar colônias de abelhas, como já verificado por nós.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-8871281673191437357?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/8871281673191437357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=8871281673191437357' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/8871281673191437357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/8871281673191437357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2008/10/meliponrio-rstico.html' title='Meliponário Rústico'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SOeNHXM94bI/AAAAAAAAALs/_ouQU3HF25E/s72-c/Sunday+in+park+coc%C3%B3+e+iguatemi+021.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-4673841720204209965</id><published>2008-08-24T10:27:00.000-07:00</published><updated>2008-08-24T10:46:00.815-07:00</updated><title type='text'>Onde estão as Abelhas?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SLGbRchL1GI/AAAAAAAAAIU/NT8TBUszBwA/s1600-h/remanso++julho+2008+064.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5238138565624058978" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SLGbRchL1GI/AAAAAAAAAIU/NT8TBUszBwA/s320/remanso++julho+2008+064.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Essa foto foi tirada há dois meses numa mata atlântica, e mostra uma espécie de abelha indígena sem-ferrão trigona. Essas abelhas trigonas, por seu tamanho diminuto, são mais fáceis de serem encontradas, pois necessitam de pouco espaço, tanto para ocupar algum local que sirva de ninho, como tijojos furados, paredes, reentrâncias as mais diversas que possam proporcionar-lhes um desenvolvimento enquanto colônia, como o "campo melífero", ou o seu raio de ação em termos de coléta de néctar é menor, podendo muito bem ser encontrada no meio urbano.&lt;br /&gt;Já constatei abelhas trigonas na área urbana, pois, ao contrário das melíponas (jandaíra, uruçu, tiúba, mandaçaia, etc.) que são abelhas maiores, elas estão presentes, mesmo que "invisíveis" ao nosso campo de visão.&lt;br /&gt;Não foi o caso da colônia acima, em que a entrada do ninho mostra-se desproporcional ao tamanho das abelhas.&lt;br /&gt;Observar a vida das abelhas, é observar e entender a vida de um modo geral, a começar por uma pequena escala.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-4673841720204209965?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/4673841720204209965/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=4673841720204209965' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/4673841720204209965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/4673841720204209965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2008/08/onde-esto-as-abelhas.html' title='Onde estão as Abelhas?'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SLGbRchL1GI/AAAAAAAAAIU/NT8TBUszBwA/s72-c/remanso++julho+2008+064.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-9116106124549532779</id><published>2008-07-19T04:45:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T16:51:38.398-07:00</updated><title type='text'>E como perceber uma florada?</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_wZ1iKHsxXDM/SIHU4NTRywI/AAAAAAAAAH0/UCvZ5xMcwMw/s1600-h/Sunday+in+park+coc%C3%B3+e+iguatemi+011.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224691104834767618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_wZ1iKHsxXDM/SIHU4NTRywI/AAAAAAAAAH0/UCvZ5xMcwMw/s320/Sunday+in+park+coc%C3%B3+e+iguatemi+011.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Uma forma de perceber que há uma florada "atuante" no campo, é quando as jandaíras não querem saber de alimentação artificial ministrada externamente, ou seja, em bandejas externas, colocadas para este fim. Não adianta colocar mel puro para servir como "guia" até as bandejas, ou qualquer outra estratégia, pois as abelhas já têm um endereço certo para a sua alimentação. No nosso caso é a florada do cajueiro, e quase simultaneamente a da manga. Então é ficar despreocupado com a manutenção das colônias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-9116106124549532779?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/9116106124549532779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=9116106124549532779' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/9116106124549532779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/9116106124549532779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2008/07/e-como-perceber-uma-florada.html' title='E como perceber uma florada?'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_wZ1iKHsxXDM/SIHU4NTRywI/AAAAAAAAAH0/UCvZ5xMcwMw/s72-c/Sunday+in+park+coc%C3%B3+e+iguatemi+011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-144444546750069478</id><published>2008-06-15T05:07:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T16:51:24.008-07:00</updated><title type='text'>Medidas e Modelos de Caixas Para Abelhas</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SFUGx0DPeFI/AAAAAAAAAHo/l2DyeLMZR4c/s1600-h/Melipona%2520fasciculata%252008%2520m.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5212079596606814290" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SFUGx0DPeFI/AAAAAAAAAHo/l2DyeLMZR4c/s320/Melipona%2520fasciculata%252008%2520m.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Temos vários modelos de caixas utilizados Brasil afora, na criação de abelhas indígenas, ou sem-ferrão, ou as chamadas melíponas, e as caixas e suas medidas dependem do tipo de abelha, pois existem modelos de acordo com o tamanho da mesma. Este site &lt;a href="http://www.apacame.org.br/mensagemdoce/45/nativas.htm"&gt;http://www.apacame.org.br/mensagemdoce/45/nativas.htm&lt;/a&gt; é o melhor que já pesquisei e mostra de forma didática e muito acessível visualmente, quais as medidas mais apropriadas para a criação das abelhas. Aqui no Nordeste, em algumas regiões, notadamente no Ceará e no Rio Grande do Norte, temos as chamadas "caixas nordestinas", uma caixa que facilita a coleta do mel, e por ser mais rústica é de mais fácil confecção. São cortiços horizontais tais como aquela foto anterior à da caixa PNN, e as medidas são 10cm de altura, 7cm de largura e 50cm a 75 cm de cumprimento&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-144444546750069478?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/144444546750069478/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=144444546750069478' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/144444546750069478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/144444546750069478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2008/06/medidas-e-modelos-de-caixas-para.html' title='Medidas e Modelos de Caixas Para Abelhas'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SFUGx0DPeFI/AAAAAAAAAHo/l2DyeLMZR4c/s72-c/Melipona%2520fasciculata%252008%2520m.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-420818062571323924</id><published>2008-05-27T17:33:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T16:51:37.485-07:00</updated><title type='text'>Colônia Perdida na Mata</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SDypb72f1wI/AAAAAAAAAGs/mLsoqrmgQwk/s1600-h/Mem%C3%B3ria+total+salva+149.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205221566721283842" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SDypb72f1wI/AAAAAAAAAGs/mLsoqrmgQwk/s320/Mem%C3%B3ria+total+salva+149.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Colônia de trigonas na mata.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-420818062571323924?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/420818062571323924/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=420818062571323924' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/420818062571323924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/420818062571323924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2008/05/colnia-perdida-na-mata.html' title='Colônia Perdida na Mata'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SDypb72f1wI/AAAAAAAAAGs/mLsoqrmgQwk/s72-c/Mem%C3%B3ria+total+salva+149.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-8236518010020435018</id><published>2008-05-22T10:06:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T16:51:40.067-07:00</updated><title type='text'>PNN - A Evolução</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SDWok72f1vI/AAAAAAAAAGk/N-mXdqzLtS4/s1600-h/an1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203250296991504114" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SDWok72f1vI/AAAAAAAAAGk/N-mXdqzLtS4/s320/an1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A caixa PNN, idealizada pelo Professor Paulo Nogueira Neto, pode ser tida como o modelo mais racional em termos de criação de abelhas sem-ferrão, ou abelhas indígenas, ou nativas. Praticamente com a PNN podemos dizer que nasceu o termo "meliponicultura", pois mostrou eficaz ao praticar uma criação de melíponas semelhante à criação das abelhas apis, ou as européias e africanizadas aqui aclimatizadas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esta caixa permite uma ação menos prejudicial à colônia, pois a interferência no "ninho" se dá através das melgueiras na parte de cima da caixa, ficando o primeiro andar, ou o "chão" da caixa onde está o ninho, ou os discos de cria e potes de pólen, intactos. Daí que a colônia sofre pouco e volta à sua atividade normal em pouco tempo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As caixas devem ser de tamanhos variados, dependendo da abelha que está sendo criada, pois abelhas melíponas, maiores, como a mandaçaia, tiúba, jandaíra, requerem medidas maiores, maiores espaços internos; ao passo que as trigonas, menores, requerem espaços menores, fazendo com que tenhamos dois ou três tipos de caixas PNN quanto ao tamanho. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-8236518010020435018?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/8236518010020435018/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=8236518010020435018' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/8236518010020435018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/8236518010020435018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2008/05/pnn-evoluo.html' title='PNN - A Evolução'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SDWok72f1vI/AAAAAAAAAGk/N-mXdqzLtS4/s72-c/an1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-4371012261119602096</id><published>2008-05-17T17:18:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T16:51:40.829-07:00</updated><title type='text'>Qual o Melhor Tipo de Madeira Para as Caixas?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SC92iXkFUbI/AAAAAAAAAGc/_eMEBEPQNG8/s1600-h/arido3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5201506427449201074" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SC92iXkFUbI/AAAAAAAAAGc/_eMEBEPQNG8/s320/arido3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Na experiência que temos em nosso meliponário, depois de anos de lida com as jandaíras, através da observação e do que pesquisamos chegamos em algumas conclusões quanto ao tipo de modelo de caixa que se aproximasse do "ideal", tanto na praticidade da lida, como na colheita do mel, quanto na maneira de abrir e interferir no desenvolvimento da colônia.&lt;br /&gt;Quanto ao tipo de madeira, usamos vários tipos, desde o compensado naval, passando pelas madeiras mais nobres como maçaranduba, até a chamada madeira de construção, que são aquelas tábuas mais fáceis de serem encontradas, como mais acessíveis em termos de preço.&lt;br /&gt;Se nas madeiras maciças, ou mais nobres, temos uma perspectiva muito longa em termos de conservação e também à sua imunização quanto a cupins, ela é mais pesada na lida, e é mais cara, além de ser mais difícil o manuseio, pois requer mais força e energia no seu corte. Devem ser utilizados principalmente no tipo PNN; mas se mostrou eficaz no modelo mais convencional aqui do Nordeste, como o modelo mostrado na figura acima.&lt;br /&gt;No chamado compensado naval, o mesmo se tornou muito durável, se pintado e protegido da chuva, mostrando-se bem acessível em termos de preço, apenas dificultando quanto à confecção das caixas, pois se mostrou melhor adaptado em um modelo híbrido PNN/Uberlândia, que desenvolvemos.&lt;br /&gt;Já as madeiras menos nobres e mais fácil de ser encontradas, elas têm a vantagem de, ao serem escolhidas, ou selecionadas, já virem em um formato que facilita a confecção no modelo acima mostrado, mas mesmo pintadas, não impediu que os cupins tomassem conta e "denotassem" caixas que têm a sua vida útil diminuída, na média, em cinco anos, dependendo da infestação dos cupins, que são o pior inimigo para este tipo de caixa, pois são "porosas" mais leves e os cupins têm uma prefer~encia, como podemos notar, e não adiantou combater os cupins, pois eles vêm de todos os lados, ultrapassam até a graxa que colocamos nos pés das preteleiras. Mas essas madeiras compensam essa porosidade por serem mais espessas, e fáceis de serem trabalhadas.&lt;br /&gt;Por isso, antes de escolher a madeira, devemos primeiro definir o modelo, para depois usar um tipo de madeira que vá de acordo com o local em que a mesma esteja, se protegida da chuva ou não, e dependerá do manuseio pretendido para o meliponário, pois pode-se escolher madeiras menos nobres e depois, com o tempo - e a ação dos cupins - simplesmente substuímos por caixas novas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-4371012261119602096?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/4371012261119602096/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=4371012261119602096' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/4371012261119602096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/4371012261119602096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2008/05/qual-o-melhor-tipo-de-madeira-para-as.html' title='Qual o Melhor Tipo de Madeira Para as Caixas?'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SC92iXkFUbI/AAAAAAAAAGc/_eMEBEPQNG8/s72-c/arido3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-6401383596556269205</id><published>2008-05-09T18:05:00.001-07:00</published><updated>2008-08-27T16:51:36.573-07:00</updated><title type='text'>Abelhas na Idade Média</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SCT1NR0qX5I/AAAAAAAAAFw/81LynjRjrd0/s1600-h/apic-hist-02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198549478363783058" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SCT1NR0qX5I/AAAAAAAAAFw/81LynjRjrd0/s320/apic-hist-02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; De acordo com esta gravura da época, podemos ter uma noção de como as abelhas eram criadas com a finalidade de fornecer mel para uma população que não conhecia o açúcar, que ainda era considerado uma especiaria vinda de longe e destinada aos nobres... Mas a abelha utilizada nesta exploração racional era a famosa abelha européia, dividida em várias sub-famílias de acordo com a região de origem, e guardando uma característica que lhe é peculiar, frente à abelha africana e africanizada que conhecemos: a abelha européia, apesar de ter ferrão, é relativamente dócil e pode ser criada em quintais próximos de casas. As criações de abelhas certamente era uma maneira fácil de ser obter um alimento saudável e calórico. Com certeza o Clero contribuía para a formação de criatórios de abelhas, e se tornou uma criação que migrou, com a colonização de novas terras. Aqui os colonizadores conheceram as nossas melíponas e trigonas, que não têm ferrão, e por já possuírem técnicas seculares de manejo apícola, deve ter sido algo natural se depararem com as abelhas que já eram criadas pelos indígenas. A abelha é um inseto que, além de promover a polinização das plantas, da flora, ainda fornece e forneceu esse alimento que já foi tido como muito importante para populações em várias partes do mundo, tanto no passado como no presente.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-6401383596556269205?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/6401383596556269205/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=6401383596556269205' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/6401383596556269205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/6401383596556269205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2008/05/abelhas-na-idade-mdia.html' title='Abelhas na Idade Média'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/SCT1NR0qX5I/AAAAAAAAAFw/81LynjRjrd0/s72-c/apic-hist-02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-18365884046646548</id><published>2008-02-08T02:50:00.001-08:00</published><updated>2008-08-27T16:51:39.253-07:00</updated><title type='text'>Ninho de Abelha na "axila" de uma Estátua</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/R6w0THuD_VI/AAAAAAAAAFY/8ToulHVYsgU/s1600-h/carnaval+2008+011.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5164560375781522770" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/R6w0THuD_VI/AAAAAAAAAFY/8ToulHVYsgU/s320/carnaval+2008+011.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Estava fotografando uma esculturas numa praça de São Benedito, na Serra da Ibiapaba, quando notei atrás de uma estátua um grupo de abelhas voando em direção às costas da mesma, e ao verificar encontrei este ninho de abelhas que não consegui identificar a espécie neste local exótico.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-18365884046646548?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/18365884046646548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=18365884046646548' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/18365884046646548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/18365884046646548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2008/02/ninho-de-abelha-na-axila-de-uma-esttua.html' title='Ninho de Abelha na &quot;axila&quot; de uma Estátua'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/R6w0THuD_VI/AAAAAAAAAFY/8ToulHVYsgU/s72-c/carnaval+2008+011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-533640260571870887</id><published>2007-10-16T07:00:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T16:51:31.623-07:00</updated><title type='text'>Entra de Cortiço</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/RxTEzIMJScI/AAAAAAAAAEw/V6culCnZ33g/s1600-h/Momentos+inesquecÃ&amp;shy;veis+2007+192.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5121935058877893058" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/RxTEzIMJScI/AAAAAAAAAEw/V6culCnZ33g/s320/Momentos+inesquec%C3%ADveis+2007+192.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Entra de um cortiço com a abelha sentinela na porta. É incansável esta sentinela.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-533640260571870887?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/533640260571870887/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=533640260571870887' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/533640260571870887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/533640260571870887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2007/10/entra-de-cortio.html' title='Entra de Cortiço'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/RxTEzIMJScI/AAAAAAAAAEw/V6culCnZ33g/s72-c/Momentos+inesquec%C3%ADveis+2007+192.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-1027563700762018540</id><published>2007-09-09T17:05:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T16:51:30.025-07:00</updated><title type='text'>A Origem das Abelhas</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/RuSK79a_rHI/AAAAAAAAAEg/qrrOceow-FQ/s1600-h/ambar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5108360640049687666" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/RuSK79a_rHI/AAAAAAAAAEg/qrrOceow-FQ/s320/ambar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Estudos de abelhas encontradas em âmbar demonstram que as mesmas apareceram há mais ou menos 120 milhões de anos, provavelmente de um grupo de vespas que se viu na possibilidade evolutiva de fornecer uma nova fonte protéica que não a animal – comum nas vespas que caçam outros seres vivos para dar de alimento às larvas – mas o pólen das angiospermas, que no início eram polinizadas por besouros, e esta nova forma de cruzamento encontrado pelas angiospermas é que tornou possível o aparecimento das abelhas e suas atividades especializadas, e fósseis de abelhas com 40 milhões de anos demonstram que elas já possuíam os órgãos de nossas abelhas contemporâneas, totalmente dependentes das flores das angiospermas para sobreviverem. Os fatos citados anteriormente, provavelmente, se deram nas regiões áridas centrais do supercontinente denominado Gondwana, o qual agrupava a África, América do Sul, Índia, Austrália e Antártica.  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-1027563700762018540?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/1027563700762018540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=1027563700762018540' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/1027563700762018540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/1027563700762018540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2007/09/origem-das-abelhas.html' title='A Origem das Abelhas'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/RuSK79a_rHI/AAAAAAAAAEg/qrrOceow-FQ/s72-c/ambar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-5671221246008640476</id><published>2007-08-25T16:03:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T16:51:32.573-07:00</updated><title type='text'>Abelha Uruçu e APA de Baturité</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/RtC2-ta_rGI/AAAAAAAAAEY/iPFOt0Bo9wY/s1600-h/Remanso++JULHO+2007+082.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5102779566271736930" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/RtC2-ta_rGI/AAAAAAAAAEY/iPFOt0Bo9wY/s320/Remanso++JULHO+2007+082.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No Ceará existe um verdadeiro “oásis” implantado perto de Fortaleza e constituindo uma ilha de Mata Atlântica que difere do lugar-comum que é o ecossistema da caatinga ao redor. Esta “ilha” guarda características únicas, só encontradas em outras regiões serranas do Estado, cabendo a observação e uma posterior pesquisa para sabermos se todo o território nordestino um dia já foi uma imensa e contínua floresta Atlântica que emendava-se à Floresta Amazônia a partir do Maranhão, e que devido a fatores climáticos ou mudanças climáticas a vegetação que hoje conhecemos como fazendo parte da caatinga seja uma adaptação às novas condições climáticas na região, sobrando nas regiões de maior altitude como é o caso do Maciço de Baturité, ou a Zona da Mata que vai pelo litoral desde o Rio Grande do Norte até a Bahia, como em outras poções no Nordeste, regiões com um clima ameno e uma vegetação característica de áreas mais úmidas. Mas são conjecturas que necessitam de uma maior pesquisa. O fato é que existe este território com uma área de largura média de 22km e uma área total aproximada de 1.300 quilômetros quadrados, altitudes que ficam na média de 600 metros, com características únicas no Estado, e vejamos o que diz o Órgão do Meio Ambiente estadual:&lt;br /&gt;“O Maciço Residual de Baturité (popularmente conhecido como Serra de Baturité) configura-se como um território de exceção no contexto da quase absoluta semi-aridez do Ceará. Sob o ponto de vista climático, na área serrana, a incidência de totais pluviométricos elevados (Média de 1500 mm anuais) permite incluí-la como uma das mais úmidas do Estado. Esse fato é oriundo da ação combinada da altitude e exposição do relevo face aos deslocamentos de massas de ar úmidas. De modo geral a temperatura é atenuada pelos efeitos da altitude, com variações térmicas não significativas ao longo do ano. Via de regra a temperatura oscila entre 19 e 22º C.&lt;br /&gt;A área em questão constitui um dos mais expressivos compartimentos do relevo elevado do Ceará, os chamados relevos residuais resultantes dos processos erosivos ocorridos na era Cenozóica que envolve o período terciário, o qual teve início no Paleoceno, há quase 70 milhões de anos e terminou no Quartenário (Holoceno e Pleistoceno), período mais “recente” na escala do tempo geológico, iniciado há um milhão de anos, quando ocorreram as mais severas eversões (desmoronamentos) do pavimento nordestino até tornar-se desgastada a depressão sertaneja atual.&lt;br /&gt;Tais características climáticas e geomorfológicas possibilitaram a evolução de uma complexa cobertura vegetal, com características gerais de floresta tropical úmida, e atualmente fazendo parte do Complexo Florestal da Mata Atlântica (Workshop Mata Atlântica do Nordeste, 1993 – Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal) a qual abriga uma rica biodiversidade Fito – faunística, onde pode-se encontrar espécies tipicamente Amazônicas (Ex: Surucucu - Pico - de – Jaca/ Lachesis Muta), assim como da Mata atlântica (Ex: Guaramiranga/Pipra Fasciicauda). Vale ressaltar que devido ao isolamento físico provocado pelas características climáticas e geomorfológicas da região, a APA DA SERRA DE BATURTÉ apresenta um alto grau de endemismo de espécies (espécies que só ocorrem nesta região), representando um verdadeiro banco genético de nossa biodiversidade”. (http://www.semace.ce.gov.br/biblioteca/unidades/APABaturite.asp)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este endemismo é que me chama a atenção, pois tenho visitado a região há anos e no tempo em que estava mais ligado à pesquisa e criação de melíponas, sabia que esta região comportaria um grande número de espécies e sub-espécies, fato que verifiquei, pois existe a Urucu (Melípona scutellaris) encontrada e sendo uma espécie comum à Zona da Mata, assim como a Jandaíra o é no sertão. Mas, apesar de já ter encontrado criações e criadores com tal abelha, por saber que apesar da região ser relativamente preservada, o que acontece devido em grande parte ao fato da região ser em sua maioria composta de sítios nos quais os seus proprietários só os utilizam, em sua maioria, como locais de veraneio e descanso como me foi relatado, mas podemos especular que por ser uma região relativamente pequena em área e que os “meleiros” ou caboclos da região atuam sobremaneira, temos que existe esta espécie isolada, endêmica e que pode ser alvo de uma extinção futura se medidas orquestradas por ambientalistas, meliponicultores e interessados no assunto não se dispuserem para o fato, pois sei que esta região foi transformada em APA desde 1990, mas as intervenções humanas na região cedo ou tarde se tornarão mais abrangentes e podemos vislumbrar que num futuro próximo esta abelha não seja mais encontrada com tanta facilidade, assim como aconteceu com a Jandaíra no sertão, onde a caatinga sendo queimada na busca de carvão para todo tipo de empresa que necessita deste combustível para as suas fornalhas destroem o habitat e “a casa”, ou seja, as árvores que dão guarida a tais abelhas sertanejas. E a urucu, como demais espécies encontradas nesta região serrana, como a Canudo Torce-Cabelos que já postei fotos anteriormente, correm um risco ao tornarem-se suas populações escassas, mesmo porque no Ceará, ao contrário do que ocorre na Zona da Mata, tradicionalmente o mel de Jandaíra é mais procurado e as outras melíponas só tem interesse nos locais aonde aparecem e por isso mesmo, afora alguns criadores, a maioria procura por um consumo omediato, feito no local pelos próprios "meleiros". E as Uruçus estão isoladas de qualquer contato natural de outros de sua espécie e, portanto, sofrerá o que o Dr. Warwick Kerr, geneticista brasileiro que brada há anos que, num meliponário é necessária a manutenção de pelo menos 44 colônias de uma mesma espécie para que os cruzamentos proporcionem uma renovação genética. Vejamos o que ele diz nesta ementa de uma projeto de pesquisa exposto na Internet:   &lt;br /&gt;&lt;a name="Mongis"&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;MONITORAMENTO DOS ALELOS SEXUAIS XO EM UMA POPULAÇÃO FINITA DE Melipona scutellaris (APIDAE, MELIPONINI&lt;br /&gt;“As descendentes de uma amostra de 22 colônias de Melipona scutellaris (Apidae, Meliponini) da floresta de Lençóis, BA (Brasil), mantidos em Uberlândia, MG, onde elas não ocorrem naturalmente, foram monitoradas quanto ao número de alelos xo remanescentes nesta população finita, de maneira a se avaliar o efeito da introdução de material geneticamente ativo em populações pequenas e fechadas, bem como a viabilidade destas populações. Objetivou-se, também, aperfeiçoar métodos, que contornassem ou minimizassem o aparecimento de machos diplóides para serem usados em meliponários em perigo de extinção, em vista do número mínimo de colônias necessárias para manter 6 alelos xo (Kerr e Vencovsky,1982 e Woyke, 1980). Ao todo 401 colônias filhas foram produzidas artificialmente, usando-se 4 métodos de divisão. Foram amostradas 79 colônias, dentre as quais 12 apresentaram produção de machos diplóides. As amostras foram coletadas e analisadas segundo a técnica de Kerr (1987). Foram feitas, gradualmente, neste período, 30 introduções de rainhas fisogástricas oriundas de Lençóis (14), Piatã (13) e Catu (3). Os resultados iniciais apresentaram um declínio do número de alelos xo ao longo destes 5 anos de coleta, o qual foi gradualmente compensado com as introduções das rainhas fisogástricas. Os números de alelos xo de 1991 a 1995 foram respectivamente 14,00; 7,99; 7,33; 13,97 e 20,00. Com base nestes resultados, cuja média e erro foram estimados segundo a técnica Jack-knife, pode-se estabelecer algumas recomendações, para evitar a perda dos alelos sexuais, tais como: manutenção de meliponários com mais de 44 colônias, manutenção de áreas contínuas de floresta, ensinar os meleiros a transferirem as colônias para caixas de madeira ao invés de destruí-las; em meliponários com 30 a 40 colônias trocar 4 a 5 rainhas fisogástricas a cada ano e em meliponários com menos que 15 colônias, ao dividir a melhor, a colônia filha deve ser levada para outro meliponário ou mata nativa para cruzar”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Portanto, tais abelhas só poderão escapar da sina destruidora e nem sempre premedita pelo homem se mais pessoas se dispuserem a criar estas melíponas em suas propriedades, tornando-se meliponicultoras com uma consciência, além da comercial, mas ecológica, para poderem manter esta espécie para as futuras gerações, que disporão de um ambiente de Floresta Atlântica tais quais as encontradas em outras regiões nordestina e brasileiras, guardando a mesma fauna e flora.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-5671221246008640476?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/5671221246008640476/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=5671221246008640476' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/5671221246008640476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/5671221246008640476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2007/08/abelha-uruu-e-apa-de-baturit.html' title='Abelha Uruçu e APA de Baturité'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/RtC2-ta_rGI/AAAAAAAAAEY/iPFOt0Bo9wY/s72-c/Remanso++JULHO+2007+082.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-8844899974997037735</id><published>2007-08-24T09:03:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T16:51:28.825-07:00</updated><title type='text'>Uma Reportagem da Globo Rural em 22.08.07</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/Rs8Byda_rFI/AAAAAAAAAEQ/2zW3Ut2qaN8/s1600-h/Jandaira.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5102298869237001298" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/Rs8Byda_rFI/AAAAAAAAAEQ/2zW3Ut2qaN8/s320/Jandaira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Um projeto de reintrodução da abelha jandaíra está fazendo sucesso no oeste do Rio Grande do Norte. Além de garantir renda para agricultoras, o programa ajuda a preservar este tipo de abelha, que não tem ferrão e é nativa da caatinga.&lt;br /&gt;Nesta época de ventos fortes, janelas e portas ficam sempre fechadas no assentamento Novo Pinheirinho, na zona rural de Mossoró. A agricultora Noilde Xavier cuida para que a poeira não cubra os móveis.&lt;br /&gt;No quintal, guardado por fruteiras, o maior tesouro da casa está protegido. A agricultora é uma das cem mulheres cadastradas no projeto Padre Humberto. Ela divide as tarefas domésticas com o manejo da abelha jandaíra. “É muito fácil o manejo e eu gostei muito”.&lt;br /&gt;O projeto Padre Humberto foi criado há dois anos e beneficia famílias de dez comunidades rurais no sertão potiguar. O detalhe é que só mulheres foram cadastradas para cuidar da abelha jandaíra. “Pelo seu manejo ser extremamente simples e não precisar da força física, não tira das mulheres a atividade do seu dia-a-dia, ou seja, seus afazeres domésticos”, explica o coordenador do projeto Paulo Menezes.&lt;br /&gt;O manejo é simples. Só em época de seca as mulheres precisam alimentar as abelhas botando água com açúcar. Em ano de bom inverno é possível fazer até duas colheitas, mas como as chuvas foram irregulares no sertão potiguar, a produção deve diminuir cerca de 50% em relação ao ano passado.&lt;br /&gt;A baixa produtividade é compensada pelo preço. O litro do mel da jandaíra é comercializado por R$ 70,00. “Faz mais ou menos seis meses que eu estou com as abelhas e já colhi quatro litros de mel. E a gente não gasta nada”, conta a agricultora Alzira Soares.&lt;br /&gt;O projeto é uma homenagem ao padre Humberto Bruning, um grande estudioso da abelha jandaíra".&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Reportagem tirada de: &lt;a href="http://globoruraltv.globo.com/GRural/0,27062,LTO0-4370-297359,00.html"&gt;http://globoruraltv.globo.com/GRural/0,27062,LTO0-4370-297359,00.html&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-8844899974997037735?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/8844899974997037735/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=8844899974997037735' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/8844899974997037735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/8844899974997037735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2007/08/uma-reportagem-da-globo-rural-em-220807.html' title='Uma Reportagem da Globo Rural em 22.08.07'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/Rs8Byda_rFI/AAAAAAAAAEQ/2zW3Ut2qaN8/s72-c/Jandaira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-1326315574540826984</id><published>2007-08-19T07:35:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T16:51:24.725-07:00</updated><title type='text'>Um texto Instrutivo</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/RshVwda_rEI/AAAAAAAAAEI/MouLWFBqOBg/s1600-h/fig2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5100420869017021506" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/RshVwda_rEI/AAAAAAAAAEI/MouLWFBqOBg/s320/fig2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Entre as abelhas sociais brasileiras, as pertencentes à subfamília Meliponinae, chamadas popularmente de abelhas indígenas sem ferrão, são as mais conhecidas. Existem mais de 200 espécies diferentes, algumas das quais freqüentemente criadas para a produção de mel.&lt;br /&gt;Os ninhos dessas abelhas são encontrados, de acordo com a espécie, em locais bastante diversos, havendo aquelas que constroem ninhos subterrâneos, dentro de cavidades preexistentes, formigueiros abandonados, entre raízes de árvores etc, como a guira ou mulatinha-do-chão (Schwarziana quadripunctata) ou a mombuca (Geotrigona mombuca) ou, ainda, a  mandaçaia-do-chão (Melipona quinquefasciata). Outras constroem ninhos aéreos, presos a galhos ou paredes como a arapuá (Trigona spinipes) ou a sanharão (Trigona truculenta). A maioria das espécies, entretanto, constrói seus ninhos dentro de cavidades existentes nos troncos ou galhos das árvores como a jataí (Tetragonisca angustula), a mandaçaia (Melipona quadrifasciata), a manduri (Melipona marginata), a mandaguari (Scaptotrigona postica), a timirim (Scaptotrigona xanthotricha) e muitas outras espécies. Muitas dessas espécies, que utilizam cavidades em madeira, são muitas vezes encontradas em cavidades existentes em muros e paredes de alvenaria, como acontece comumente com a jataí, a iraí (Nannotrigona testaceicornis) e a mirim (Plebeia droryana).&lt;br /&gt;Algumas espécies fazem ninhos ainda dentro de cupinzeiros como acontece com a cupira (Partamona sp.) ou com Scaura latitarsis, e outras constroem dentro de formigueiros ativos.&lt;br /&gt;O interessado em abelhas indígenas precisa atentar para o fato de que muitas vezes o nome popular varia de uma região para outra, de tal forma que muitas vezes uma única espécie recebe, em regiões diversas, denominações diferentes e, muitas vezes, o mesmo pode ser usado para designar várias espécies de abelhas.&lt;br /&gt;Como as abelhas são polinizadoras de plantas, cultivadas ou não, é importante que se atente para o fato de que, mais importante que o mel produzido por elas, é a polinização que promovem e que permite a produção de sementes por diversas plantas, muitas das quais extremamente úteis para o homem. Sem esse auxílio, muitas espécies de plantas deixam de produzir frutos e sementes, podendo inclusive serem extintas.&lt;br /&gt;Dada a grande importância das abelhas indígenas é preciso que se preservem estas espécies, pois, muitas delas estão sendo dizimadas, seja pelo desmatamento e queimadas, seja pelo uso indiscriminado de agrotóxicos.&lt;br /&gt;Como muitas dessas espécies produzem mel saboroso e muito procurado, os próprios meleiros, que retiram o mel destruindo a colméia, contribuem para a extinção dessas abelhas em algumas regiões.&lt;br /&gt;A criação dessas abelhas e a sua exploração racional podem contribuir para a preservação das espécies e dar ao meliponicultor oportunidade de obter mel. Esta atividade vem sendo desenvolvida há bastante tempo em diversas regiões do país, especialmente no Norte e Nordeste, havendo meliponicultores que possuem grande número de colméias de uma única espécie, como é o caso da tiúba (Melipona compressipes) no Maranhão ou a jandaíra (Melipona subnitida) no Ceará e Rio Grande do Norte. Existem, ainda, muitos meliponicultores que criam abelhas indígenas como passatempo, explorando o mel apenas esporadicamente.         Colônias de abelhas indígenas podem ser obtidas pela atração de enxames, pela divisão de colônias já estabelecidas e pela captura de colônias existentes na natureza.&lt;br /&gt;  Para se atrair enxames, utilizam-se caixas de madeira. No seu interior coloca-se um pouco de cerume e resina, retirados de colônias de abelhas indígenas. Usam-se, também, caixas nas quais estiveram instalados colônias dessas abelhas, que foram transferidas e que ainda contêm restos da colônia original. Estas caixas devem estar bem fechadas e possuir uma abertura por onde as abelhas possam penetrar. Devem ser colocadas em locais protegidos, onde existam colônias naturais, que possam enxamear. Devem ser periodicamente inspecionadas, retirando colônias de formigas e outros animais que possam aí haver se instalado.&lt;br /&gt;Quando uma colônia de abelha indígena enxameia, ela contém um vínculo relativamente duradouro com a colméia mãe, da qual as operárias levam, aos poucos, alimento e cerume para a nova colônia. Por esta razão, um enxame recém -estabelecido, com boa quantidade de favos e alimento estocado, pode então ser transportada para o meliponário.&lt;br /&gt; Para a divisão, retiram-se favos com cria velha (pupas e abelhas prestes a emergir), devendo-se usar, para isso, colônias fortes, com bastante cria. Se a colônia for de uma Melipona (mandaçaia, manduri, uruçu, jandaíra, tujuba, tiúba, etc), espécies que se caracterizam por serem relativamente grandes e construírem a entrada do ninho com barro, formando uma estrutura raiada, não há necessidade de se preocupar com célula real, pois estas abelhas não as constroem, estando a cria, que dará origem às rainhas, distribuídas pelo favo, em células iguais àquelas de onde nascem as operárias e machos. Se a colônia for de uma espécie da tribo Trigonini (Jataí, iraí, mandaguari, tubiba, timirim, mirim, mirim preguiça, moça-branca, etc), é necessário que , nos favos, exista uma ou mais células reais, de preferência prestes a emergir. Esta célula real é facilmente reconhecida por ser maior que as células das quais emergirão operárias e machos.&lt;br /&gt;Além dos favos, retiram-se, também, cerume e potes de alimento com mel e pólen da colméias que estão sendo divididas, cuidando-se para não danifica-los. Com esses elementos monta-se a nova colméia, tomando-se todos os cuidados na transferência para outra caixa. A nova colméia deve receber abelhas jovens, reconhecidas pela sua cor clara e por não voarem. &lt;br /&gt;Após a montagem da nova colônia, esta deve ser colocada no local onde se encontrava a antiga que deve ser transportada para outro lugar. Este cuidado visa suprir a nova colônia com abelhas campeiras. A nova colônia deve estar bem protegida contra o ataque de formigas, pois nesta fase o enxame ainda está desorganizado.&lt;br /&gt;Na formação de uma nova colônia podem ser utilizados elementos de mais de uma colônia da mesma espécie, tomando-se o cuidado para não misturar abelhas adultas de mais de uma colméia, pois isto acarretaria luta e, consequentemente, a morte de muitas delas.&lt;br /&gt;A divisão de colônias deve ser realizada em época na qual as abelhas estejam trabalhando intensamente, e deve ser realizada pela manhã, em dia quente e só deve envolver colônias fortes nas quais existam bastante alimento e favos de cria.&lt;br /&gt; Para capturar colônias na natureza, o criador pode levar, para seu meliponário, galhos ou troncos onde existam colônias, devendo, para isso, corta-los com cuidado para não atingir o ninho e fechar as extremidades do oco, caso fiquem expostas. Antes de cortar é importante fechar a entrada da colméia com tela ou algodão para impedir que muitas abelhas escapem. No caso de muitas abelhas estarem fora do ninho após sua captura, o tronco ou galho contendo o ninho deve ser deixado com a entrada aberta, o mais próximo possível de onde se encontrava originalmente, para que as abelhas retornem a ele. À noitinha, quando todas as abelhas estiverem recolhidas, a entrada deve ser fechada com tela e então a colônia pode ser transportada com cuidado para o meliponário, devendo o tronco ser colocado na mesma posição em que se encontrava. A tela da entrada deve, então, ser retirada. Durante o transporte, choques violentos devem ser evitados.&lt;br /&gt;Colônias que se encontram em outro tipo de cavidade, como paredes, muros, barrancos, etc, devem ser transferidos para caixas, caso se deseje capturá-las.&lt;br /&gt;Para se transferir uma colônia de abelha indígena para caixa é preciso ter acesso à cavidade onde o ninho se encontra alojado. Caso este se encontre dentro de galho ou tronco de árvore, estes devem ser abertos com auxílio de machado ou motoserra, tomando-se o cuidado para não atingir o ninho. Caso se encontre em cavidades dentro de muros ou paredes, a cavidade pode ser atingida desmontando-se parte da construção, o que nem sempre é fácil ou possível.&lt;br /&gt;Quando se trata de ninho subterrâneo, cava-se o solo até atingir a cavidade onde ele se encontra, tendo-se, antes, o cuidado de introduzir, pela entrada, um arame com um pedaço de algodão preso à ponta. Este arame serve de guia e se este cuidado não for seguido pode-se perder o canal de entrada e, desse modo, não se conseguir achar o ninho.&lt;br /&gt;Após atingir a cavidade onde se encontra o ninho, realiza-se a transferência de seus elementos para a caixa onde o ninho será abrigado. No caso de ninhos subterrâneos, muitas vezes é possível transferi-lo inteiro, sem que ele seja danificado. Neste caso, a caixa deve ter dimensões tais, que permitam o acondicionamento do ninho inteiro.&lt;br /&gt;Quando tiver que desmontar o ninho, para transferi-lo, certos cuidados devem ser tomados: no caso de o ninho haver sido submetido a golpes fortes, como acontece normalmente com os alojados em troncos ou galhos de árvores, só os favos que contenham larvas, que já ingeriram a maior parte do alimento e favos mais velhos reconhecidos por sua cor mais clara e por serem mais resistentes, devem ser aproveitados. Os favos mais novos, que contêm ovos e larvinhas novas, devem ser descartados. Todos os danificados ou amassados devem ser, também, eliminados.&lt;br /&gt;Os favos devem ser colocados na mesma posição em que se encontravam na colônia natural, e entre dois favos deve haver espaço suficiente para a circulação das abelhas. O mesmo deve acontecer entre o fundo da colméia e o primeiro favo colocado. Para se conseguir isto, coloca-se um pouco de lamelas de cerume entre os favos e entre estes e o fundo da colméia.&lt;br /&gt;O cerume deve ser retirado da colônia antiga e colocado na nova, tomando-se o cuidado para não amassar muito as lamelas. Estas devem ser colocadas em torno da cria para protegê-la.&lt;br /&gt;Só devem ser colocados na nova colônia potes de alimento intactos. Potes rachados, principalmente de pólen atraem forídeos (pequenas mosquinhas) que proliferam na colméia, utilizando como alimento, principalmente, pólen e alimento de cria. A proliferação de forídeos pode levar à destruição da colônia.&lt;br /&gt;O mel contido em potes danificados pode ser posteriormente devolvido à colônia em pequenas doses, colocadas em alimentadores dos mais diversos tipos. O pólen pode ser devolvido, após o restabelecimento da colônia, em potes de cera cuidadosamente fechados. É muito importante que a colônia receba pólen de sua espécie, pois aí existem bactérias envolvidas na sua fermentação. Sem esta fermentação específica, o pólen não pode ser usado como alimento pelas abelhas.&lt;br /&gt;Devem ser também transportados os depósitos de resina e cera da colônia original, bem como todas as abelhas adultas. As que não conseguem voar devem ser cuidadosamente coletadas e colocadas na nova colônia Cuidado especial deve ser tomado com a raínha que é reconhecida pelo seu abdômem grandemente dilatado.&lt;br /&gt;As abelhas, que conseguirem voar e escaparem no momento da captura, voltam ao local onde a colméia estava instalada. É aí que se deve colocar a nova caixa para que elas entrem. É importante que a entrada da nova caixa fique aproximadamente na mesma posição em que estava a entrada da colônia antiga. Um pouco de resina e cerume da colônia original, colocados em torno da abertura da nova colônia, ajuda as abelhas a encontrarem a entrada.          Caso o ninho, antes de sua bertura, tenha sido transportado para longe do local onde estava instalado, as abelhas que voarem tenderão a voltar ao local de abertura do ninho e a nova colônia aí deve ser deixada até que a maioria das abelhas haja retornado e penetrado na colônia.&lt;br /&gt;Em todos os casos, os restos da colônia antiga, especialmente as partes que contêm resina e cerume, devem ser levados para longe, pois funcionam como atrativo para as abelhas que voaram, dificultando a chegada destas à nova colméia.&lt;br /&gt;Após a montagem da colônia, a caixa deve ser fechada de modo a não deixar frestas por onde possam penetrar parasitas ou abelhas saqueadoras. Para a proteção contra formigas, o suporte da nova colônia pode ser untado com graxa de modo a impedir que elas a atinjam, pelo menos até seu restabelecimento.&lt;br /&gt;Não se deve realizar transferência quando as abelhas não estiverem trabalhando normalmente, especialmente em épocas frias, quando as novas colônias poderão ficar muito tempo desorganizadas à mercê de predadores e parasitas.&lt;br /&gt; As abelhas indígenas sem ferrão podem ser acondicionadas em caixas rústicas de tamanhos variados, com volume semelhante ao do ninho natural. Este tipo de acondicionamento tem sido muito utilizado em diversas regiões.&lt;br /&gt;Muito comum também é o alojamento de colônias de abelhas indígenas dentro de cabaças, sendo comum encontrar abelhas, assim, acondicionadas em casas da zona rural.&lt;br /&gt;As abelhas que constroem ninhos subterrâneos normalmente só sobrevivem quando acondicionadas em abrigos subterrâneos. Estes abrigos podem ser construídos com tijolos ou mesmo vasos de barro, opostos pela boca. Quando estes abrigos estão enterrados completamente, é importante deixar um tubo conectando o abrigo com o exterior para funcionar como tubo de saída das abelhas. O tamanho do abrigo deve ser semelhante ao da cavidade, onde o ninho estava alojado.&lt;br /&gt;O professor Paulo Nogueira Neto, sem dúvida o maior especialista em criação de abelhas indígenas, idealizou uma colméia racional para estas abelhas, que facilita o manuseio e extração do mel e a divisão das colméias. Seu livro sobre este assunto é leitura indispensável àqueles que desejam criar abelhas indígenas sem ferrão.&lt;br /&gt;Para se transferirem colônias para este modelo de caixa, deve-se tomar cuidado especial com os potes de alimento, pois a altura dos espaços destinados a eles é limitada. Só devem ser transferidos diretamente os potes, se tiver certeza de que não se vai danifica-los. O resto do alimento deve ser transferido, posteriormente, como já descrito.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando a colméia utilizada para criação das abelhas for de um modelo que as obrigue a colocar a maioria dos potes de alimento em posição que permita que eles sejam removidos sem danificar a estrutura do ninho, eles devem ser removidos, juntamente com a gaveta (em colméias semelhante ao modelo PNN) ou isoladamente (em colméias de outros modelos), abertos e colocados para escorrer sobre peneira. Quando a  colméia não pemitir a separação dos potes do resto do ninho, como acontece em colônias acondicionadas em cabaças ou caixas rústicas, o mel pode ser retirado com o auxílio de uma seringa plástica de 20 cm3, sem agulha. Nesse caso, os potes são abertos e o mel sugado com auxílio da seringa que deve ser nova, estéril e usada unicamente para essa finalidade. Uma parte do mel existente na colméia deve ser sempre deixada para o consumo das abelhas.&lt;br /&gt;Algumas abelhas têm o hábito de coletarem fezes, suor ou outras substâncias que podem estar contaminadas e, desse modo, serem prejudiciais à saúde. Nesses casos, deve-se evitar o consumo do mel, pelo menos quando as colméias estiverem em local onde as abelhas tenham acesso a estas substâncias.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em épocas de escassez de flores, pode ocorrer falta de alimento nas colméias, especialmente em áreas superpovoadas. É importante que o meliponicultor verifique, periodicamente, o estado de suas colméias e, em caso de fome, alimente-as com mel de Apis mellifera dissolvido com 20% de água limpa (8 partes de mel para duas partes de água) ou xarope obtido pela mistura de uma parte de açúcar, ou rapadura e uma parte de água. A mistura é fervida, e depois de fria, pode ser utilizada para alimentar a colméia.&lt;br /&gt;O alimento deve ser colocado em um alimentador, que pode ser um pedaço de mangueira transparente fechado com algodão. Coloca-se o mel ou xarope dentro e fecha-se a outra extremidade também com algodão, fazendo com que este se embeba no xarope. O alimentador é então posto dentro da colméia, tomando-se o cuidado para que não vaze.&lt;br /&gt;Dadas as características biológicas das abelhas, elas são bastante sensíveis à endogamia (cruzamento entre parentes)e, por esta razão, o meliponicultor precisa ter em seu meliponário, no mínimo, 40 colméias de cada espécie que esteja criando. Isto não é necessário caso o meliponário esteja instalado em ambiente, onde este número de colméias possa existir na natureza (próximo de mata ou outro ambiente rico em colônias das espécies em questão).&lt;br /&gt;As abelhas, em geral, são, como já foi dito, insetos muito importantes para a polinização e devem ser preservadas. Uma das formas de se fazer isso é preservar colônias naturais. O meliponicultor deve preocupar-se em coletar apenas as colméias que estejam correndo risco, procurando, sempre que possível, não derrubar árvores com único intuito de coletar colméias dessas abelhas.&lt;br /&gt;As abelhas mais comuns na área onde está instalado o meliponário devem ser as preferidas pelo meliponicultor, desde que atendam aos seus objetivos. Na tentativa de obter colméias de abelhas raras na região onde se encontra, o meliponicultor pode inadvertidademente estar contribuindo para a extinção destas abelhas, pois muitas delas não se adaptam às condições de criação.&lt;br /&gt;Preservando a natureza, estaremos ajudando a preservar também as abelhas."&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-1326315574540826984?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/1326315574540826984/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=1326315574540826984' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/1326315574540826984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/1326315574540826984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2007/08/um-texto-instrutivo.html' title='Um texto Instrutivo'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/RshVwda_rEI/AAAAAAAAAEI/MouLWFBqOBg/s72-c/fig2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-4268403442949163871</id><published>2007-08-13T16:04:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T16:51:27.202-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/RsDj8PDEZ4I/AAAAAAAAAEA/9RNnc9e8ADk/s1600-h/bom+tamanho+1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5098325402154461058" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/RsDj8PDEZ4I/AAAAAAAAAEA/9RNnc9e8ADk/s320/bom+tamanho+1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; As abelhas nativas estão adaptadas às regiões brasileiras em que se adaptaram ao clima e vegetação de tal maneira, que seria difícil uma adaptação em outras regiões que não a de origem. Há relatos de adaptação da Jandaíra em outras regiões e até em Portugal, mas o seu desenvolvimento fica bastante prejudicado. No Sul do Brasil alguns criadores chegam a criar uma estufa em que as colônias têm um pequeno aquecimento dentro de galpões fechados e iluminados por lâmpadas incandescentes, e assim conseguem extrair uma boa produção de mel.&lt;br /&gt;Mas o certo é mantermos as nativas em seus locais de incidência. A jandaíra tem por habitat o sertão nordestino; a Mandaçaia o sudeste brasileiro; a jataí está presente em grande parte do Brasil; e outras como mandurí, tiúba da Amazônia, todas em seus respectivos habitats.&lt;br /&gt;Na foto vemos uma criação não-racional, feita com troncos da região, e trata-se da Tiúba do Maranhão. No Nordeste são usadas cabaças, que são o fruto de certa corcubitácea em que os cablocos tiram a parte carnosa do fruto para deixá-lo apto para servir de abrigo a uma colônia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-4268403442949163871?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/4268403442949163871/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=4268403442949163871' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/4268403442949163871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/4268403442949163871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2007/08/as-abelhas-nativas-esto-adaptadas-s.html' title=''/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/RsDj8PDEZ4I/AAAAAAAAAEA/9RNnc9e8ADk/s72-c/bom+tamanho+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-6112013189446209228</id><published>2007-08-06T12:48:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T16:51:33.308-07:00</updated><title type='text'>Abelhas - O Hobby</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/Rrd8dfDEZ3I/AAAAAAAAAD4/_VNYG3cRLkc/s1600-h/Remanso++JULHO+2007+066.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5095678349385426802" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/Rrd8dfDEZ3I/AAAAAAAAAD4/_VNYG3cRLkc/s320/Remanso++JULHO+2007+066.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Trata-se da "prima" da abelha do post anterior, apesar de serem semelhantes no tamanho e somente diferirem na cor, esta abelha amarela parece diferir também quanto ao local de nidificação, pois ao contrário da outra, que procura locais perto, senão entrando no solo, como uma vez constatei, esta faz os ninho tradicionalmente nos troncos das árvores, mas pude notar que são mais agressivas que as primeiras, uma verdaeira torce-cabelos.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-6112013189446209228?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/6112013189446209228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=6112013189446209228' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/6112013189446209228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/6112013189446209228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2007/08/abelhas-o-hobby.html' title='Abelhas - O Hobby'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/Rrd8dfDEZ3I/AAAAAAAAAD4/_VNYG3cRLkc/s72-c/Remanso++JULHO+2007+066.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-4616534811898707913</id><published>2007-07-30T09:17:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T16:51:26.269-07:00</updated><title type='text'>In Natura</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/Rq4RhvDEZ2I/AAAAAAAAADw/qlXjCHVi5_c/s1600-h/Remanso++JULHO+2007+024.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5093027499865302882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/Rq4RhvDEZ2I/AAAAAAAAADw/qlXjCHVi5_c/s320/Remanso++JULHO+2007+024.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Abelhas em estado natural, num ninho feito na base de uma touceira de bambuns a uma altura de um metro do solo. Este canal pode ser o que os pesquisadores chamam de "boca-de-sapo", uma abelha com a parte do abdomén um pouco amarelada e tem um "prima" ou sub-espécie toda preta, sendo que as duas lembram a famosa Arapuá, sendo que tendo a metade do tamanho da mesma, mas guarda as mesmas características quanto ao brilho e formato do corpo e das asas e quando à ferocidade, pois são abelhas que, a exemplo da Arapuá, grudam no cabelo e atacam beliscando levemente e são conhecidas como Torce-Cabelos em outras regiões. É uma espécie de trigona que tem como habitat o Maciço de Baturité, no Ceará, um conjunto de serras que têm em média entre 500 a 700 metros de altitude e abrigam não somente esta espécie de abelha trigona, como também a famosa Uruçú que, a exemplo de outros Estados nordestinos como Pernambuco e Bahia que possuem uma Mata Atlântica quase intocada, abrigam esta melipona amarelada e grande produtora de mel. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A abelha da foto, como constatei uma vez, tem o seu ninho que talvez chegue no solo, e esta é apenas a abertura visível, pois o canal que leva ao ninho deve ter um mínimo de dois metros de cumprimento. É uma grande polinizadora na região, pois constatei a sua presença nas mais variadas flores, desde em plantas nativas como em plantas exóticas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-4616534811898707913?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/4616534811898707913/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=4616534811898707913' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/4616534811898707913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/4616534811898707913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2007/07/in-natura.html' title='In Natura'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/Rq4RhvDEZ2I/AAAAAAAAADw/qlXjCHVi5_c/s72-c/Remanso++JULHO+2007+024.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-3571040919676426103</id><published>2007-06-27T04:40:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T16:51:35.028-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/RoJNVCO0g8I/AAAAAAAAADk/uXqE2FGI8uM/s1600-h/jpi.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5080708353398965186" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/RoJNVCO0g8I/AAAAAAAAADk/uXqE2FGI8uM/s320/jpi.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um pensamento que me ocorreu em dado instante em que estava totalmente envolvido com o mundo fantástico das abelhas, ao procurar pesquisar e ler tudo que se referia às mesmas mesmo não sendo ainda um meliponicultor nem um zootecnista, era a capacidade de uma colônia viver segundo regras estabelecidas, em que cada membro, desde o berço, já nascia com uma função específica, sem embates, sem maledicências, sem crises de identidade. E a maioria da população de uma colônia de abelhas poderia ser definida, segundo os conceitos humanos e contemporâneos, como um grupo de explorados, de marginalizados, a maioria dominada por uma minoria. Mas elas celebram a vida ao seu jeito: cumprindo a sua missão de sobrecarregar a colônia de alimentos necessários não para elas, as campeiras ou coletoras, mas para o futuro, para os filhos que nascerão, os seus irmãos, nascidos da mesma abelha rainha, a única que goza de privilégios nesta sociedade estranha aos nossos olhos, mas uma sociedade que encontrou o seu jeito de se desenvolver e perpetuar a sua espécie.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-3571040919676426103?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/3571040919676426103/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=3571040919676426103' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/3571040919676426103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/3571040919676426103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2007/06/um-pensamento-que-me-ocorreu-em-dado.html' title=''/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/RoJNVCO0g8I/AAAAAAAAADk/uXqE2FGI8uM/s72-c/jpi.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-5853743699124296037</id><published>2007-06-25T16:42:00.000-07:00</published><updated>2009-08-06T06:52:24.461-07:00</updated><title type='text'>Livro do Padre Huberto Bruening</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/RoBTi3TPfgI/AAAAAAAAADc/eOCUdPwTrmQ/s1600-h/image].jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; DISPLAY: block; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5080152238099234306" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/RoBTi3TPfgI/AAAAAAAAADc/eOCUdPwTrmQ/s320/image%5D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Abelha Jandaíra - Padre Huberto Bruening - Coleção Mossoroense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Este livro pode ser considerado o único existente &lt;a class="tags" onclick="javascript:counttag(' No', 1, 1622563)" href="http://pt.shvoong.com/tags/no/"&gt;no&lt;/a&gt; mundo &lt;a class="tags" onclick="javascript:counttag('Que', 1, 1622563)" href="http://pt.shvoong.com/tags/que/"&gt;que&lt;/a&gt; trata especificamente da abelha Jandaíra, abelha que tem como habitat a Caatinga, no Nordeste brasileiro, uma região marcada por uma quadra invernosa irregular que dura quatro meses no ano, e esses mesmos quatro meses chuvosos ainda correm o risco de não acontecerem devido à estiagem, ou à seca que assola a região de tempos &lt;a class="tags" onclick="javascript:counttag(' Em', 1, 1622563)" href="http://pt.shvoong.com/tags/em/"&gt;em&lt;/a&gt; tempos, colocando em risco a população que vive em tal área.O padre Bruening escreve este livro magistral em que metade do mesmo mostra a saga que passou desde &lt;a class="tags" onclick="javascript:counttag(' Os', 1, 1622563)" href="http://pt.shvoong.com/tags/os/"&gt;os&lt;/a&gt; tempos em que foi transferido para a cidade Mossoró, uma região quase central ao que poderíamos definir como Poligono das Secas, e nesta região, muito diferente da sua região de origem do Sul do país, com uma temperatura mais amena e sujeita a meses de muito frio, &lt;a class="tags" onclick="javascript:counttag(' Ele', 1, 1622563)" href="http://pt.shvoong.com/tags/ele/"&gt;ele&lt;/a&gt; toma contato com a cultura local, até que num belo dia, &lt;a class="tags" onclick="javascript:counttag(' Um', 1, 1622563)" href="http://pt.shvoong.com/tags/um/"&gt;um&lt;/a&gt; de seus paroquianos muda de cidade e deixa uma caixa, ou colônias de abelhas Jandaíra aos seus cuidados. É o segundo "sinal", conforme relata no livro, de qual caminho teria que prosseguir, pois ele já teria tido um primeiro "sinal" quando percebeu que uma colônia de abelhas começou a habitar uma árvore perto de sua casa. Aí ele apaixonou-se pelas abelhas e aprendeu o manejo das mesmas com os caboclos, técnicas que eram arcaicas, mas ele adaptou estas técnicas e chegou a valorizar as mesmas, só criticando a maneira de fechar a caixa a marteladas, pois utilizavam pregos nesta função, e ele substituiu por pedaços de couro curtido que fazia a função de dobradiça.O livro serve como dado histórico, pois narra a invasão das abelhas africanas que vieram fugidas do Sudeste, mais precisamente de São Paulo e dali povoaram o país em todos os quadrantes, e narra a maneira feroz de tais abelhas, constatando mortes de animais e também coloca a culpa nestas abelhas africanas pela rareação da abelhas indígenas, notadamente a Jandaíra.Trata-se de uma boa leitura onde ao lado de uma abnegação e uma simplicidade de um clérico que, à maneira de São Francisco de Assis mostrava-se muito próximos dos animais, também podemos ver o manejo que pode-se utilizar não somente para este tipo de abelha, como, de um modo geral, na criação todos os tipos de abelhas sem ferrão. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-5853743699124296037?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/5853743699124296037/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=5853743699124296037' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/5853743699124296037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/5853743699124296037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2007/06/livro-do-padre-huberto-bruening.html' title='Livro do Padre Huberto Bruening'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/RoBTi3TPfgI/AAAAAAAAADc/eOCUdPwTrmQ/s72-c/image%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-8029297858009810757</id><published>2007-06-25T05:25:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T16:51:28.031-07:00</updated><title type='text'>Vegetação</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/Rn-0-nTPffI/AAAAAAAAADU/3GpC_BaRf2U/s1600-h/images[3].jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5079977892491787762" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/Rn-0-nTPffI/AAAAAAAAADU/3GpC_BaRf2U/s320/images%5B3%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A vegetação é importante para as abelhas, pois é de onde extraem o néctar necessário para o processamento do mel e de onde retiram o pólen para a fabricação do "mingau" a ser dado às crias que se alimentarão do mesmo até atingirem a idade adulta. Sem um pasto apícola suficiente nas imediações da criação, deve-se inserir uma alimentação artificial, geralmente feita nos períodos de menor florada de determinadas épocas do ano e variando de região para região.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-8029297858009810757?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/8029297858009810757/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=8029297858009810757' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/8029297858009810757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/8029297858009810757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2007/06/vegetao.html' title='Vegetação'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/Rn-0-nTPffI/AAAAAAAAADU/3GpC_BaRf2U/s72-c/images%5B3%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-8106323111104793213</id><published>2007-06-24T07:15:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T16:51:35.843-07:00</updated><title type='text'>Meliponários</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/Rn5823TPfeI/AAAAAAAAADM/lQZHwhOZkCY/s1600-h/images[.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5079634711719935458" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/Rn5823TPfeI/AAAAAAAAADM/lQZHwhOZkCY/s320/images%5B.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Existem vários modos de se fazer um meliponário, desde pequenas criações, até grandes meliponários que viraram pequenas empresas e vendem centenas de litros de mel de melíponas a cada safra. Se dispomos de local que disponha de uma sombra, pode ser uma árvore, ou um pequeno alpendre, e dispomos de uma vegetação um pouco mais exuberante ao redor desta área, tempo um bom campo para implementar esta pequena criação que requer poucos custos e pouca atenção semanal, ainda nos dando o prazer de ver como seres vivos se desenvolvem em determinado ambiente. Pelas pesquisas que já realizei e pela observação de minha criação, podemos ter esta criação até num pequeno quintal de casa, mas esta cada deve estar na periferia dos grandes centros ou grandes cidades, para poder ter uma flora disponível.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-8106323111104793213?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/8106323111104793213/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=8106323111104793213' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/8106323111104793213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/8106323111104793213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2007/06/meliponrios.html' title='Meliponários'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/Rn5823TPfeI/AAAAAAAAADM/lQZHwhOZkCY/s72-c/images%5B.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-3118245529954944049</id><published>2007-06-23T11:50:00.001-07:00</published><updated>2008-08-27T16:51:30.879-07:00</updated><title type='text'>A Jandaíra</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/Rn1rxXTPfdI/AAAAAAAAADE/RL5ufvyGu74/s1600-h/capa[1].jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5079334450556272082" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/Rn1rxXTPfdI/AAAAAAAAADE/RL5ufvyGu74/s320/capa%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A abelha jandaíra é própria do sertão nordestino, mais precisamente no ecossistema caatinga, adaptado ao mesmo e tendo o ciclo de vida da colônia se adaptado às condições rigorosas de tal ecossistema, pois na estação chuvosa é que realiza o armazenamento de mel e pólen para poder perpetuar a colônia, fazer crescer a colônia com novos rebentos. Esta abelha se dá bem em climas quentes, e quando houve a tentativa de aclimatá-la em outra regiões brasileiras, houve um decréscimo na produção de mel e, conseqüentemente de filhos, pois não está acostumada com temperaturas muito baixas por muito tempo. Existem criadores que tentaram a aclimatação em regiões mais temperadas de nosso país e conseguiram com a utilização de uma espécie de estufa, geralmente alimentada com lâmpadas comuns colocadas na mesma, que gerava um aquecimento interno necessário ao pleno desenvolvimento de uma colônia de jandaíras.&lt;br /&gt;Esta espécie de melipona, ou abelha sem ferrão está em vias de extinção graças ao desmatamento desenfreado que ocorre na caatina por conta da necessidade de lenha e carvão numa maior demanda que outrora, fazendo que o habitat natural da jandaíra seja destruído, pois sem a mata e seus troncos para servirem de casa, e semplantas para servirem de pasto apícola, a sobrevivência torna-se difícil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-3118245529954944049?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/3118245529954944049/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=3118245529954944049' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/3118245529954944049'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/3118245529954944049'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2007/06/jandara.html' title='A Jandaíra'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/Rn1rxXTPfdI/AAAAAAAAADE/RL5ufvyGu74/s72-c/capa%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6040256266204909463.post-840548286935576392</id><published>2007-06-19T03:21:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T16:51:25.531-07:00</updated><title type='text'>Jandaíra, a abelha</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/RnevS3TPfaI/AAAAAAAAACw/tMa15DSKL4U/s1600-h/images[2].jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5077719843500686754" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/RnevS3TPfaI/AAAAAAAAACw/tMa15DSKL4U/s320/images%5B2%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Por que fazer um blog falando de abelhas, principalmente desta abelha regional e conhecida nacionalmente? Porque há uns dez anos, mais ou menos, através de uma reportagem na televisão me dei conta deste incrível universo paralelo que era a vida das abelhas, notadamente as indígenas, ou nativas, ou abelhas sem-ferrão, mas num primeiro momento me interessei pela criação com o fito financeiro. De qualquer maneira mergulhei neste universo e mostrou-se ser um hobby prazeroso, onde, ao estudarmos ou nos deleitarmos com a vida das abelhas, sem querer você atravessa campos diversos do meio científico humano, tais como: História, Geografia, Ecologia, Biologia, Antropologia, Sociologia... E outros que não me recordo. Quer dizer, ao observarmos como outros seres vivos cumprem a sua função no planeta, aprendemos muito, principalmente a sermos mais humildes com relação não só aos outros umanos, nossos semelhantes, mas com relação à natureza, com relação aos outros seres vivos.&lt;br /&gt;Podemos notar que a meliponicultura ainda caminha a passos lentos, está engatinhando como criação racional, mas o prazer de termos salvo da extinção abelhas de uma determinada região, nos faz merecedores de todos os elogios, sem falsa modéstia, pois o meliponicultor antes de tudo é um ambientalista.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6040256266204909463-840548286935576392?l=jandaira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jandaira.blogspot.com/feeds/840548286935576392/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6040256266204909463&amp;postID=840548286935576392' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/840548286935576392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6040256266204909463/posts/default/840548286935576392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jandaira.blogspot.com/2007/06/jandara-abelha.html' title='Jandaíra, a abelha'/><author><name>Francisco Mello</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wZ1iKHsxXDM/RnevS3TPfaI/AAAAAAAAACw/tMa15DSKL4U/s72-c/images%5B2%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
